05/08/2011

Reflexao: Rousseau e a Politica

Rousseau, especificamente em Contrato Social, Livros I a III.
Meu amigo Jean diz que o Homem, quando a sociedade evolui conforme os moldes que apresenta, vira então um Cidadão, o que confere a ele: Alienar-se do natural (tudo que é característica do homem, e tudo o que é do homem), e ser, digamos, Comunitário. Pertencer a uma aliança indissolúvel, onde, regida por todos e para todos, entrega sua vida, recebendo a de todos. Os caminhos que esse conjunto de Cidadãos, que formam uma Cidade, no emprego original da palavra, seria, de acordo com ele, linear, reto. Em prol nunca de um bem particular, mas um bem geral. Explica também que esse corpo Legisla, havendo então um Soberano, o qual segue a lei, e é alienado do todo, ele não precisa do todo, e não pode tirar vantagem do todo, por isso ele é um mediador, uma ancora.
Essa é uma parte do sistema, pré-Revolução Francesa, um livro inspirador com toda a certeza, junto com outros, os quais também, apesar de pouco relevante, cito Sade por exemplo.
Foi um movimento libertário, que começa a quebrar os Absolutismos Europeus.

Bom, o que há de tão especial em tudo isso com o contemporâneo?
Como anda nossa representação publica que visa apenas o interesse do povo? Nossos senadores, deputados... E nosso mediador, nosso soberano, ou devo dizer, nossa Soberana?

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